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"Nós morremos quando desaparecem as últimas pessoas que ouviram falar de nós." AntonioLoboAntunes
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

4 ideias originais para poupar

1. Planeie uma semana em que não compra nada:
assim consegue poupar dinheiro, pagar menos impostos sobre o consumo e ainda limpa a despensa e o congelador;
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2. Se tiver um aumento, finja que não mudou nada e poupe automaticamente esse dinheiro, continuando a viver como antes;
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3. Dedique-se a pagar a sua primeira casa o mais depressa possível e depois gozar a vida, em vez de estar sempre a mudar de casa;
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4. Procure experiências em vez de coisas: por muito cheios que estejam os seus armários, isso não traz nada à sua vida.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Comunicação nas organizações

“Mudanças importantes – tanto grandes ameaças quanto grandes oportunidades – vão fazer parte das tarefas dos executivos pelos próximos dez ou 15 anos, ou, quem sabe, mais.”
Peter Drucker


UC4 - Comunicação nas organizações

Áreas do Saber: Língua Portuguesa; Língua estrangeira; Geografia; História; Marketing; Contabilidade

Um pouco de Relações económicas

Unidade de Produção constitui uma unidade técnico-económica, caracterizada pela utilização em comum da mão-de-obra e dos meios de produção, submetida a uma gestão única, independentemente do título de posse, do regime jurídico e da área ou localização.
Na Unidade de Consumo as famílias são o agente que inclui os indivíduos como consumidores. Apesar da sua função principal ser consumir, também se incluem nele as empresas individuais de cariz familiar cujas operações de repartição e financeiras não se encontram separadas das do respectivo proprietário.
Ou seja, as unidades de consumo adquirem o que as unidades de produção produzem, havendo assim, uma entidade entre o valor do produto e o valor da sua utilização.
O Balanço inicial é uma ferramenta da contabilidade representada por um quadro onde é demonstrada a situação económico-financeira da empresa no início de cada acção económica.
O Balanço final é uma ferramenta contabilístico representado por um quadro onde é demonstrada a situação económico-financeira da empresa no fim de cada acção económica.
O activo inclui tudo aquilo que a empresa possui e que é susceptível de ser avaliado em dinheiro - disponibilidades (dinheiro em numerário, depósitos bancários e títulos negociáveis), créditos sobre clientes, stocks de mercadorias, equipamentos, instalações, etc.
O passivo é o conjunto de fundos obtidos externamente pela empresa, seja através de empréstimos, seja através do diferimento de pagamentos (aos fornecedores, ao Estado, etc.).
O capital próprio, que corresponde ao capital pertencente aos sócios. Ou seja, representa o valor do investimento realizado pelos proprietários adicionado dos lucros (ou deduzido de eventuais prejuízos) obtidos ao longo dos exercícios passados e do exercício corrente.
Relação fundamental que tem que verificar-se obrigatoriamente no Balanço:
(Activo = Passivo + Capital Próprio)
Os custos de produção de um determinado bem são compostos exclusivamente pela matéria-prima, embalagem e outros materiais directos utilizados em sua fabricação, esquecendo-se de agregar àqueles preços outros custos, como o de mão-de-obra directa e os custos fixos. Assim, o custo de produção é, por definição, igual à soma dos custos dos materiais directos, com o rateio dos custos fixos e dos custos da mão-de-obra directa.
A moeda é a unidade representativa de valor, aceite como instrumento de troca. É hoje parte integrante da sociedade, controla, interage e participa, independentemente da cultura. O desenvolvimento e a ampliação das bases comerciais fizeram do dinheiro uma necessidade. Sejam quais forem os meios de troca, baseiam-se sempre num valor qualquer para avaliar outro. Em épocas de escassez do meio rotativo, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de compra e troca.
O processo da Integração Económica, começa o ponto de chegada de um longo percurso, com a queda das barreiras pautais e prosseguido, durante várias décadas, com sucessivos avanços e recuos por entre a diversidade das circunstâncias Económicas Internacionais, com a construção do Mercado.
A importância da Moeda e a sua influencia na Organização Económica e Política, distingue-se, em simultâneo das claras vantagens económicas da Moeda e do seu significado histórico, a existência de alguns custos derivados da sua introdução, bem como de um
excessivo desequilíbrio entre duas das vertentes essenciais da sua integração, confrontando um pilar económico forte e praticamente concluído e um pilar político débil e de evolução futura incerta.
O dinheiro é que faz circular facilmente a produção para os diversos pontos da nação, e para as diversas classes sociais de um país; ao fazer a distribuição a todas as comunidades existentes; ao estipular preço e quantidade que devem estipular o equilíbrio na da estrutura social, dentro de um sistema económico. Para tanto, o sistema socioeconómico deve ser bem organizado, para que a moeda desempenhe realmente o seu papel, que é o de alocação dos recursos escassos para a sociedade.
Economia de Escala é aquela que organiza o processo produtivo de forma a alcançar a máxima utilização dos factores produtivos envolvidos no processo, procurando resultados a baixos custos de produção e o incremento de bens e serviços. Ela ocorre quando a expansão da capacidade produtiva de uma empresa provoca um aumento na quantidade total produzida sem um aumento proporcional no custo de produção.
Os factores que as podem originar ou bloquear são as Economias de Escala Reais e Pecuniárias.
A Economia de Escala Real é a que explica o factor de redução na quantidade de factores produtivos utilizados quando há um aumento da produção. Por vezes, apesar de a produção ser crescente, a quantidade de insumos utilizados não cresce na mesma proporção, mas sim numa proporção inferior.
A Economia de Escala é dita Pecuniária se o factor que as explica é uma redução no preço pago pelo insumo.
Tipos de Consumo:
Final – a utilização do bem permite a satisfação directa e imediata da necessidade, implicando a sua destruição imediata (alimentos) ou progressiva (vestuário).
Intermédio – o bem é utilizado para produzir outros bens, desaparecendo no ciclo produtivo (energia) ou sendo incorporado noutros bens (matérias – primas).
Individual – o uso de um bem ou serviço por uma pessoa impede o seu uso por outra em simulação (alimentos).
Colectivo – é efectuado para satisfazer necessidades colectivas (serviços de transportes públicos, estradas, etc.).
Essencial – satisfação de necessidades primárias (consumo e alimentação, cuidados de saúde, vestuário, etc.).
Supérfluo – satisfação de necessidades terciárias (jóias, perfumes, etc.).
Tipos de Poupança:
Precaução
Projecto
Previdência
Sociedade, Tecnologia e Ciência
UC4 - Relações económicas
Áreas do Saber: Economia, Contabilidade, Antropologia, Matemática.

Breve História do desenvolvimento económico da moeda.

Na Era da Troca de Mercadorias Iniciava-se assim o processo primitivo de divisão do trabalho e especialização. Enquanto uns se dedicavam à caça, outros se dedicavam à produção de tubérculos, outros ainda se especializavam no plantio de grãos e assim por diante. Com o passar do tempo, a evolução da sociedade impõe a necessidade de se facilitar as trocas. Os indivíduos, passaram a eleger um único produto como referencial de trocas: uma mercadoria que tivesse algum valor e que fosse aceita por todos. Para que isso ocorresse a mercadoria eleita como moeda deveria atender a uma necessidade comum e ser rara o bastante para que tivesse valor. (Era da Mercadoria – Moeda). A grande vantagem que ele apresentava era que, enquanto os indivíduos o guardavam como uma poupança, essa “moeda” aumentava por meio da reprodução, ou seja, “rendia juros”. Mas, por outro lado, essa mesma “moeda” apresentava uma grande desvantagem, como dividir um boi para comprar arroz, feijão, cebola, sal, etc. Em suma, o gado não podia ser dividido em trocados. Muitas dificuldades ainda persistem, ressaltando a necessidade de se encontrar uma forma mais simples que facilitassem as transacções comerciais. É quando então passamos para a Era da Moeda Metálica. De maneira geral, pode-se dizer que os metais foram as mercadorias cujas características essenciais mais se aproximavam das características que se exigem dos instrumentos monetários. Inicialmente, os metais empregados como instrumentos monetários foram o cobre, o bronze e, em especial, o ferro. Com o passar do tempo, entretanto, esses metais foram deixados de lado, pois não serviam como reserva de valor. Existência em abundância desses metais, associada a descoberta de novas jazidas e ao aperfeiçoamento do processo industrial de fundição fez com que tais metais perdessem gradativamente seu valor. Por essas razões é que os metais chamados não nobres forma pouco a pouco substituídos pelos metais nobres, como ouro e prata. Estes dois metais são definidos como metais monetários por excelência, uma vez que suas características se ajustam adequadamente às características que a moeda deve ter. As moedas metálicas permitiam ainda às pessoas guardá-las esperando a melhor oportunidade para trocá-las por algumas mercadorias. Isto era possível pois, tanto o ouro como a prata eram metais suficientemente escassos, e a descoberta de novas jazidas não chegava a afectar o volume que se encontrava em circulação. Este aspecto fazia com que estas moedas mantivessem estável o seu valor ao longo do tempo. Apesar das grandes vantagens apresentadas pela moeda metálica, existia, à época, um inconveniente: o transporte a longas distâncias, em função do peso das moedas e dos riscos de assalto a que estavam sujeitos os comerciantes durante suas viagens. Para contornar este problema, especialmente após o século XIV, com o crescimento dos fluxos comerciais da Europa, iniciou-se a difusão de um instrumento monetário mais flexível: a moeda - papel. A moeda - papel veio eliminar, as dificuldades que os comerciantes enfrentavam nos seus deslocamentos pelas regiões europeias, facilitando a efectivação das suas operações comerciais e de crédito, especialmente entre as cidades italianas e a região de Flandres. A sua origem está na solução encontrada para que os comerciantes pudessem realizar os seus empreendimentos comerciais. Ao invés de partirem carregados com a moeda metálica, levavam apenas um pedaço de papel denominado de Certificado de Depósito, que era emitido por instituições conhecidas como Casas de Custódia, e onde os comerciantes depositavam as suas moedas metálicas, ou qualquer outros valores, sob a garantia. No seu destino, os comerciantes recorriam às casas de custódias locais, onde trocavam o certificado de depósitos por moedas metálicas. O seu uso acabou por generalizar de tal forma que os comerciantes passaram a transferir os direitos dos certificados de depósitos directamente aos comerciantes locais, fazendo com que esses certificados tomassem o lugar das moedas metálicas. Estava assim criada a nova moeda, 100% lastrada e com a garantia de plena conversibilidade, a qualquer momento, pelo seu detentor, e que tornou-se, ao longo do tempo, no meio preferencial de troca e de reserva de valor.
Sociedade, Tecnologia e Ciência
UC4 - Relações económicas
Áreas do Saber: Economia, Contabilidade, Antropologia, Matemática

domingo, 18 de janeiro de 2009

Valores morais

Soneto de Maior Amor
-
Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.
.
E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal aventurada.
.
Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer - e vive a esmo
.
Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.

Vinícius de Morais

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O que não deve fazer nem pensar

A inovação não é regra geral uma ideia luminosa de um génio. As ideias luminosas são as que MAIS falham.

A «novidade» na maioria dos casos não é inovação; a «novidade» pode divertí-lo, fazê-lo gozar a moda passageira, mas NÃO cria valor perene.

Não se «reorganize» antes de agir; inove PRIMEIRO e depois então reorganize-se.

A inovação nunca sai como a «planeámos», o mercado dita em geral o sucesso naquilo que NEM nos passava pela cabeça.

Não há estudo de mercado ou simulação computacional que substitua o TESTE da realidade
Inovações complicadas NÃO funcionam.


Nunca inove para o futuro, inove para o PRESENTE.

Não se arme em vedeta, o fundador-empreendedor tem de ser um chefe de EQUIPA.

Peter Drucker

Recomendações ao empreendedor

Esteja atento ao INESPERADO (seja êxito ou fracasso); é sempre sintoma de algo novo.


Estude as incongruências entre o que você desejava (e planeou) e o que a realidade lhe ofereceu, e NUNCA culpe o mercado ou os «burros» dos clientes.


Veja que falhas OPERACIONAIS se revelam; a necessidade é a mãe da inovação.


Perceba (antes dos outros) as mudanças na ESTRUTURA do mercado ou do seu sector que apanham toda a gente desprevenida, sobretudo quando subitamente os de fora ou os recém-chegados começam a fazer mossa.


Esteja com o olho nas mudanças DEMOGRÁFICAS - elas acontecem silenciosamente sem aviso prévio e quando damos conta delas já são radicais.


Perceba as mudanças de ATITUDE, de visão do mundo, de percepção das gentes simples
Explore os NOVOS conhecimentos criados por outros.

Peter Drucker

Escrever bem

Escrever é uma das formas mais eficientes para transmitir informação e conhecimento.

Permitiu por exemplo, que pessoas que viveram há muitos séculos atrás pudessem passar o seu conhecimento para as gerações vindouras.
Se quer aprender a escrever bem, siga as próximas dicas.
Escrever com o fim a vista
A primeira coisa que deve fazer é um esqueleto do texto que pretendemos escrever, com algumas notas que identificarão o que irá ser escrito. Por exemplo:
Número de palavras Tema Estilo (formal, blogue, carta) Pesquisas a fazer Data limite para terminar Organizar notas e rascunhos.
Uma das piores coisas que podem acontecer quando estamos a escrever é ter de parar para procurar uma ideia que colocámos não sabemos onde. Quebra totalmente o ritmo criativo do texto.
Procure uma aplicação informática, se costuma usar o computador para escrever ou anda com ele para todo o lado. Se for menos tecnológico, compre um bloco de notas e uma pasta para guardar documentos e ande sempre acompanhado desses objectos.Crie um hábito para escrever bem.
Podemos aprender a escrever bem se criarmos um hábito diário de escrever sempre há mesma hora e no mesmo local. Se para ser um escritor inesquecível é necessário algo mais (um dom) escrever correctamente pode ser alcançado por qualquer um, com esforço e dedicação.
Compre um cronómetro e coloque-o na sua secretária. Depois marque o tempo que planeou escrever e não saia de lá até o alarme tocar. Concentre-se no que está a fazer.Delegar o que for possível.
Enquanto a parte de escrever não pode ser delegada, existem outras tarefas que podem ser. Por exemplo, para a edição do texto ou apenas para passar as suas notas para formato electrónico.
Concentre-se em produzir para escrever bem.
Apesar de estar sentado, escrever bem pode consumir muita energia. Por isso devemos tentar produzir o máximo no menor tempo possível, além de delegar tudo o resto (como já vimos).
Se nos prepararmos correctamente, com organização, criando o ambiente e rituais correctos, estando mentalmente preparados para escrever, a qualidade dos textos será bastante boa. Por isso, siga estas dicas e comece a escrever bem.

Chocolate é um aliado no combate à ansiedade

Chocolate é um aliado no combate à ansiedade Muitas pessoas descobriram que estão viciadas em chocolate. O que não sabem é que isso não é necessariamente mau. O chocolate é um poderoso aliado no combate à ansiedade e funciona como uma espécie de medicamento que, se consumido moderadamente, pode ser bom para a saúde. 2009-03-06 21:08:39 /informacao/chocolate_28996.flv 206796 00:01:26 http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=2&t=Chocolate-e-um-aliado-no-combate-a-ansiedade.rtp&article=206796 Saúde Chocolate é um aliado no combate à ansiedade Muitas pessoas descobriram que estão viciadas em chocolate. O que não sabem é que isso não é necessariamente mau. O chocolate é um poderoso aliado no combate à ansiedade e funciona como uma espécie de medicamento que, se consumido moderadamente, pode ser bom para a saúde. 2009-03-06 21:08:39

Rotavírus, um vírus quase desconhecido

Rotavírus, um vírus quase desconhecido Quase metade dos pais portugueses desconhece a existência da Gastroenterite Pediátrica por Rotavírus. Esta doença é uma das principais causas de hospitalização de crianças na Europa. 2009-03-02 10:57:13 /informacao/rotavirus_28699.flv 205614 00:03:03 http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=2&t=Rotavirus-um-virus-quase-desconhecido.rtp&article=205614 Saúde Rotavírus, um vírus quase desconhecido Quase metade dos pais portugueses desconhece a existência da Gastroenterite Pediátrica por Rotavírus. Esta doença é uma das principais causas de hospitalização de crianças na Europa. 2009-03-02 10:57:13